O site www.mentes-brilhantes.com é onde estão recolhidas as informações institucionais e nossas posições sobre educação e brinquedos, bem como é o ponto de entrada para a nossa loja virtual.
Estamos hoje muito felizes por nosso projeto Ciência Lúdica ter sido reconhecido e premiado no contexto dos Prêmios Iberoamericanos de Inovação e ao Empreendedorismo. A notícia foi publicada hoje no site oficial dos prêmios.
O prêmio é organizado pela Secretaria Geral Iberoamericana, organização internacional ligada à Conferência de Chefes de Estado e de Goberno Iberoamericanos, integrada por 22 países.
Ciência Lúdica é uma proposta educacional para despertar em crianças e jovens o gosto pelas Ciências. Forneceremos soluções lúdicas para o ensino de ciências, formal e não-formal, envolvendo desde crianças das mais tenras idades até jovens universitários. Desenvolveremos roteiros de experimentação científica que contemplem atividades práticas científicas que englobem os cinco sentidos e usem uma abordagem investigativa que permitam juntar as peças de um quebra-cabeça para a solução de problemas.
Nossas experimentações utilizam, como ferramentas de exploração, brinquedos inovadores, equipamentos e materiais científicos, inteligentes, criativos, artísticos e estimulantes, que despertem o interesse por sua manipulação e pelos princípios que explicam seu funcionamento. Assim, apreende-se Ciência da forma mais natural que existe: BRINCANDO.
O projeto lida com a transformação social, cultural, econômica e estrutural proveniente da educação, neste caso, a educação de Ciências, através da ludicidade.
Temos como meta BRINCAR COM CIÊNCIA e CRIAR COM CIÊNCIA/CONSCIÊNCIA.
O projeto Ciência Lúdica já havia sido foi classificado como o melhor projeto do Sul do Brasil na categoria Cultura e Educação do 5º Prêmio Santander de Empreendedorismo em 2009.
A entrega do prêmio ocorrerá durante a Conferência de Chefes de Estado e de Governo, em Mar del Plata (Argentina), no início de dezembro.
Para vencer o suspense, aqui vão alguns dos brinquedos que já estão no nosso catálogo:
“A escola tem que se transformar cada vez mais em laboratório e cada vez menos em auditório” -
Fernando Becker, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que defende uma reformulação profunda na formação dos professores, já que, a seu ver, o modelo atual é o de apresentar o conteúdo e mandar o aluno repetir.
Mais sobre esse debate, ocorrido na SBPC, aqui.
A SBPC Jovem, que está acontecendo esta semana na UFRN, traz justamente os conceitos da Mentes Brilhantes:
“Todas as atividades da SBPC Jovem têm como base a relação entre ciência e arte”, afirma a coordenadora da SBPC Jovem, Angela Maria de Almeida. “Tivemos a preocupação de selecionar atividades que possam disseminar e partilhar de forma lúdica e estética a linguagem científica”, conta. (retirado de SBPC Jovem traduz a ciência para linguagem mais simplificada, publicado no site do Ministério de Ciência e Tecnologia.
Nós acreditamos que a ciência deve e pode ser apresentada para crianças e jovens de uma forma alegre, entretida, lúdica, para que a ciência se torne parte das experiências memoráveis da infância e seja uma referência para a construção do profissional no futuro.
O site oficial da SBPC é http://www.sbpcnet.org.br/natal/home/
Em excelente entrevista para a revista Science in School, Pierre Léna comenta, dentre outras coisas, a necessidade de repensar o ensino formal das ciências nas escolas, a importância da curiosidade e a estratégia que ele propõe para atender a essas questões:
A revista Popular Science, que publica há mais de 137 anos as últimas notícias sobre ciência e tecnologia, abriu TODOS seus números gratuitamente pela Web (desde os primeiros números de 1872 até agora).
É possível fazer buscas por ano, por palavra e por assunto. Os resultados são apresentados com a tecnologia Google Books, que permite ler as páginas inteiramente e aproximar e afastar os textos.
É interessante olhar como o passado via o futuro, com uma perspectiva de ciência e tecnologia.
Espanta negativamente, entretanto, a quantidade de anúncios de cigarros e bebidas alcoólicas.
“A receita para ter jovens interessados em ciência é oferecer educação de melhor qualidade. Também é importante começar o mais cedo possível, de preferência antes de a criança ir para a escola, quando a família representa um papel crucial. Por isso, a TV, a internet, o museu, o jornal e outros meios de comunicação têm fundamental importância em divulgar informação científica de qualidade a todo o país.”
Jerson Lima Silva, professor titular do Instituto de Bioquímica Médica da UFRJ, vencedor do Prêmio Conrado Wessel na categoria Ciência Geral, em entrevista (O Globo, 16/5 – via Jornal da Ciência)
Em entrevista para o Almanaque Brasil, o pesquisador Miguel Nicolelis – renomado neurocirurgião brasileiro, e o brasileiro mais cotado para ganhar um nobel atualmente – comenta a necessidade de desmistificar a ciência para a grande população e fazer com que muitos se apaixonem pelas ciências.
Você acredita no potencial da ciência brasileira?
Nicolelis: Temos um talento intelectual de 190 milhões de pessoas que não pode ser desperdiçado. Talvez haja milhões de mentes brilhantes que se apaixonariam pela ciência e contribuiriam para a ciência nacional. Se concentramos 70%, 80% da produção científica no estado de São Paulo, estamos alijando dezenas de milhões de mentes que de alguma forma poderiam se transformar em geradores de conhecimento, e não de consumidores de algo pronto. A ciência tem que ser desmistificada como algo que só os eleitos podem fazer. O Brasil está cheio de gente para construir uma ciência tropical. Não seria um modelo norte-americano, um modelo europeu, mas um modelo nosso.
Um breve questionário com 12 perguntas permite comparar seus conhecimentos com outras pessoas que responderam ao mesmo “teste” realizado em um estudo mais sério.
Esse teste é mera diversão, mas as estatísticas ao final podem dar uma idéia de como vão as coisas pelas bandas dos EUA em termos de conhecimento científico.
Visite-nos em www.mentes-brilhantes.com
Lá você encontra informações detalhadas sobre nossa proposta de brinquedos científicos, para educadores e para famílias.
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